11.05.17 • Em Dinheiro, Positividade

A escassez é uma das crenças mais comuns e mais prejudiciais ao ser humano. Com frequência vibramos no medo da falta, seja em relação a dinheiro, a relacionamentos, à área profissional e a outras coisas importantes. Em um universo tão inimaginavelmente imenso como este em que vivemos, acreditamos que tudo o que existe é aquele pequeno mundo visível aos nossos olhos.

Por isso temos medo. Medo de que vá faltar, medo de que não existam outras possibilidades, medo de não ter o suficiente. Medo, medo, medo. E assim vamos vibrando e atraindo, como diz a Lei.

Eu não sou exceção à regra. Aprendi muitas crenças de escassez durante a vida e de vez em quando meus comportamentos são dominados por elas. Recentemente reparei que estava agindo com base no medo da falta e descobri uma forma de reverter isso. Contei no vídeo:



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Postado por Stephanie Gomes

09.05.17 • Em Mudanças, Reflexão

Algumas semanas atrás eu estava na aula do meu curso de Naturopatia e começou uma discussão interessante sobre a questão energética do desapego. Estávamos falando sobre como existem pessoas que passam a vida toda em relacionamentos ruins, situações ruins ou trabalham até a aposentadoria em empregos que detestam, pelo simples fato de que se recusam a desapegar. Quando uma pessoa é muito apegada, geralmente ela é apegada em muitos aspectos, e vive presa a coisas ruins em várias as áreas da vida.

“As pessoas apegadas vivem sempre as mesmas histórias.” – Maura de Albanesi

Você é assim? Está há anos em um trabalho que não gosta, mas nunca sequer tentou procurar outro? Tem amigos que só te colocam pra baixo, demonstram que não têm consideração por você, e continua andando com eles? Tem um monte de objetos que não servem pra nada e que você nem gosta, mas não consegue jogar fora?

Se você tem dificuldade em abrir mão daquilo que sabe que não te faz bem (ou é inútil) para abrir espaço para o novo entrar na sua vida, reflita sobre estas questões:

Se isso não me faz feliz, por que manter na minha vida?

Olhe individualmente para cada fator ao qual você é apegado: um objeto por vez, uma pessoa por vez, uma atividade por vez… para cada um deles, analise: isso está alinhado com a minha felicidade? Tem alguma utilidade na minha vida? Me traz algum bem?

Para aqueles que não conseguiu encontrar nada de positivo, a questão a se fazer é: se isso não me faz feliz, por que manter na minha vida? Por que ocupar meu tempo, espaço e energia – recursos tão valiosos e limitados – com isso?

Eu aceitaria viver dessa forma pelo resto da vida?

Se você tivesse que escolher hoje como vai viver o resto da sua vida, você escolheria viver nesse ambiente que está agora? Com estas coisas? Dando a mesma importância que dá hoje para essas pessoas? Trabalhando nesse emprego?

Tudo bem que às vezes estamos passando por um momento complicado ou chato – mas necessário – e precisamos aceitar. Mas isso não é apego, é processo. Apego é quando já passou da hora de você dar um basta e mudar, mas continua empurrando com a barriga e não fazendo nada pela mudança.

Você aceitaria viver dessa forma pelo resto da sua vida? Se a resposta é um convicto ou desesperado NÃO, é sinal de que está na hora de desapegar e dar início à mudança.

Que mensagem o meu apego passa para o universo?

Quando você se apega a algo que não é bom e não larga isso de jeito nenhum, a mensagem que você passa pro universo é que aquilo é seu e você quer que continue sendo. Você não precisa de outra coisa, porque aquilo ali é mais importante. Não existe nada melhor, por isso você deve segurar isso que tem com toda a força que puder para não perder.

Com sua atenção e energia totalmente voltadas para esse apego, o universo vai entender que é exatamente isso que você quer. E é isso que você vai continuar recebendo.



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Postado por Stephanie Gomes

08.05.17 • Em Sonhos

Todas as coisas que hoje são realidade nasceram primeiro no pensamento de alguém. E esse alguém só conseguiu transformar esse pensamento em realidade porque acreditou que era possível. Acreditando ser possível, ele pôde fazer acontecer. É assim que funciona o processo de co-criação: a nossa participação é pensar, acreditar e agir, enquanto o universo faz a função de alinhar tudo de acordo com a energia que estamos emitindo e gerando.

Muita gente me procura dizendo que consegue imaginar, que já está agindo, mas tem muita dificuldade em acreditar verdadeiramente. Alguns estão bloqueados por alguma crença limitante, outros estão presos em um mindset predominantemente pessimista, outros não conseguem se desvencilhar do contexto em que estão inseridos ou são muito influenciadas pelo externo.

Acreditar talvez seja mesmo o passo mais desafiador.

Então como aprender a ter fé, a sonhar grande, a acreditar que seus sonhos podem se tornar realidade?

Como sempre, estamos diante da necessidade de um trabalho interno. É preciso olhar para dentro e dissolver os bloqueios, tratar os hábitos mentais e expandir a consciência sobre o que é verdade e o que não é. Algumas atitudes podem ajudar nesse processo:

Pergunte-se: Por que não eu?

Por que não você? Tantas pessoas – de diferentes classes sociais, lugares, profissões e condições – realizam sonhos todos os dias! Quantas histórias existem de gente que realizou algo que um dia esteve muito longe de seu alcance? Se você procurar, vai encontrar inúmeras! Então por que só você não pode realizar o seu? Não existe resposta, porque você pode! Todas as vezes que se pegar duvidando da possibilidade de dar certo para você, lembre-se que, assim como é possível para outras pessoas, também é para você.

Mantenha sua fé VIVA

Transforme sua fé em ação! Expresse fé, celebre a fé, coloque sua fé em prática da forma que fizer mais sentido para você – orando, praticando afirmações positivas, escrevendo, desenhando, criando… Quando sentir que está perdendo a fé, use o poder da ação para reativá-la.

Monte um plano

Por muito tempo eu fiz as coisas sem planejamento, e só quando comecei a me planejar percebi o quanto isso faz diferença. Fazer as coisas de qualquer jeito, sem ordem, atrasa realizações que poderiam acontecer bem mais rápido. Montar um plano torna as coisas mais claras, organizadas e fáceis. Se você está desanimado, deixe um pouco de lado as ações e monte um plano primeiro. Pegue papel, lápis e borracha e vá colocando em ordem cada passo que precisa tomar. Mantenha o planejamento em um lugar que você possa ver e siga-o.

Não esqueça o que já conquistou

Não deixe que as coisas que você quer façam você esquecer as coisas que você tem. Você não chegou até aqui sem nunca ter conseguido nada, você já fez e realizou muitas coisas boas. Se não consegue se lembrar delas, é porque está tão preocupado com o que quer que se esqueceu das bençãos que já tem. E você não vai desenvolver a capacidade de acreditar nos seus sonhos se tudo o que consegue sentir é insatisfação. Antes de buscar o que quer, seja grato pelo que já tem.

Tenha paciência

Ter paciência não é opcional quando se trata de realizar sonhos. Não temos controle sobre o tempo que as coisas levam para acontecer (até podemos acelerar, mas não determinar), então tudo o que você pode fazer é certificar-se de que está caminhando, aproveitar o caminho e fazer a sua parte – com isso, você já tem tudo o que precisa para acreditar que seus sonhos vão se realizar.



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Postado por Stephanie Gomes

04.05.17 • Em Reflexão

“A vida é cheia de altos e baixos”, a gente costuma dizer. Mas podemos substituir esse pensamento por uma visão muito mais otimista: existe tempo de semear e tempo de colher.

Quando estamos colhendo conquistas e realizações nos sentimos lá no alto, mas quando chega a hora de semear, o desânimo e a ansiedade batem, porque não aceitamos o ciclo mais básico da vida: primeiro você planta, depois você colhe.

Gravei um vídeo falando um pouco mais sobre esse assunto:



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Postado por Stephanie Gomes

03.05.17 • Em Terapias

Equilíbrio, segurança, estabilidade, presença no aqui e agora, vitalidade… são alguns aspectos ligados ao chakra básico (primeiro chakra, localizado na base da coluna) que podem ser trabalhados através do aterramento.

Pessoas muito inseguras, que têm dificuldade para encontrar um caminho, sofrem com instabilidade emocional ou vivem no “mundo da lua” e têm dificuldade para se concentrar, provavelmente sofrem de desequilíbrios no chakra básico. O aterramento pode ajudá-las a desenvolver o centramento que necessitam para viverem melhor.

Sem aterramento, somos instáveis; perdemos o centro, o controle, a noção de realidade. (Anodea Judith, no livro Rodas da Vida)

O que é aterramento?

É o processo de entrar em contato com a energia da Terra, dirigindo a nossa energia para baixo (em direção ao centro da Terra e ao chakra básico). Através do aterramento nós ancoramos as nossas raízes e trazemos a energia dispersa para o aqui e agora, para a realidade. Conseguimos nos tornar mais “pés no chão”. Por isso essa terapia é interessante para quem é muito disperso, desconcentrado, instável, confuso e inseguro.

Muitos que não conseguem encontrar seu caminho na vida simplesmente ainda não localizaram o próprio chão. Às vezes, estão ocupados olhando para o alto, ao invés de olharem para baixo, para onde os pés encontram o caminho. (Anodea Judith)

A prática do aterramento consiste em entrar em contato com o chão de forma consciente. Caminhar simplesmente não é aterramento pois você não está consciente das sensações das pernas e pés. Pisar e caminhar prestando atenção à parte inferior do nosso corpo é uma das formas de aterrar.

Conscientemente apoiados no chão, nós obtemos a segurança de que não vamos cair. Estamos apoiados, amparados e podemos caminhar. O chakra básico está ligado à realização, porque cuida daquilo que precisamos para seguir em frente: uma base firme, presença no aqui e agora, disposição.

Quando aterramos, a conexão que é criada com a Terra tem o poder de, ao mesmo tempo, nos energizar e relaxar. Nos energiza porque estamos ativando a nossa base, sentindo a nossa presença. E nos relaxa porque nos liberta de inseguranças, medos, pensamentos aglomerados e confusos, preocupações desnecessárias.

Com os aspectos ligados ao chakra básico em equilíbrio, fica mais fácil tomar decisões, explorar a nossa criatividade e desfrutar o momento presente.

Como aterrar?

Com algumas atividades muito simples:

  • caminhar descalço pela terra (pode ser também na areia ou na grama)
  • caminhar (em qualquer lugar) prestando atenção ao movimento das pernas e pés
  • praticar posturas de yoga em que os pés apoiam no chão, como: postura da árvore, postura da águia, ponte, postura da montanha
  • sentar em uma cadeira, apoiar os pés no chão e suavemente pressioná-los contra o chão
  • bater os pés no chão
  • pular
  • correr
  • andar de transporte público em pé (se possível, sem se segurar para trabalhar o equilíbrio)


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Postado por Stephanie Gomes