14.10.16 • Em Espiritualidade

Como conseguir me guiar pelo amor quando estou em uma situação muito ruim? Como enxergar o amor em uma pessoa que me faz mal? Como ativar a energia do amor na minha vida? Qual a relação entre Deus e o amor?

Contei em vídeo o que penso sobre essa força transformadora que é o amor e como qualquer pessoa pode facilmente encontrá-lo. Assista:

Curta o Desassossegada no Facebook para acompanhar todos os posts e novidades do blog!

Postado por Stephanie Gomes

10.10.16 • Em Terapias

Terminei mais um módulo do curso de Naturopatia que estou fazendo lá no Sol Instituto, o Reiki I. Gostei muito de tudo o que aprendi até agora, mas esse sem dúvida foi meu módulo favorito entre os que já fiz (fiz também Feng Shui, Cristaloterapia e Radiestesia).

O Reiki é uma terapia que busca a harmonia física, mental, emocional e espiritual pela combinação da energia universal (Rei) e a energia vital (Ki), que é transferida pelo reikiano (terapeuta habilitado para aplicar o Reiki) ao seu paciente através da imposição de mãos.

Para entender melhor o Reiki, é importante saber o básico sobre os chakras.

chakras

Os chakras são centros de energia que coordenam aspectos do nosso corpo físico, mental, emocional e espiritual. Nós temos sete chakras principais, que são chamados de: chakra básico, chakra sacral (ou sexual), chakra do plexo solar, chakra cardíaco, chakra laríngeo, chakra frontal e chakra coronário.

O chakra básico está localizado na base da coluna (entre o órgão sexual e o ânus, no chamado assoalho pélvico) e relaciona-se ao nosso instinto de sobrevivência, à segurança e à estabilidade. Está ligado às pernas, pés, ossos, intestino grosso e dentes. Problemas de peso, hemorroidas, constipação, dor ciática, artrite e problemas nos joelhos estão ligados ao chakra básico.

O chakra sacral localiza-se no baixo vente (um pouco abaixo do umbigo) e está relacionado à sexualidade, ao desejo, ao prazer e à procriação. Está ligado aos órgãos sexuais e reprodutores, aos rins, à bexiga e ao sistema circulatório. Impotência, frigidez, disfunções uterinas, urinárias ou renais, cólicas e dores na região lombar são problemas relacionados a este chakra.

O plexo solar fica abaixo do peito, bem em cima do estômago. Está relacionado à autoestima, à vitalidade, ao poder pessoal e à força de vontade. Está ligado ao sistema digestivo e as músculos. Úlceras, diabetes, hipoglicemia, gastrites e outros distúrbios digestivos são problemas ligados ao chakra do plexo solar.

O chakra cardíaco localiza-se no coração e está relacionado às emoções. As partes do corpo relacionadas a este chakra são: coração, pulmões, braços e mãos. Asma, pressão alta, problemas cardíacos e pulmonares indicam desequilíbrio no chakra cardíaco.

O chakra laríngeo fica na garganta e está relacionado à expressão, à comunicação e à criatividade. Está ligado ao pescoço, aos ombros, aos ouvidos e à garganta. Torcicolos, distúrbios da tireoide, bruxismo, deficiência auditiva e irritações na garganta estão relacionadas a ele.

O chakra frontal fica na testa e está relacionado à intuição, à imaginação e à clareza. Está ligado aos olhos e à cabeça. Problemas de visão, dores de cabeça e pesadelos têm relação com este chakra.

O chakra coronário localiza-se na parte de cima da cabeça e está relacionado ao pensamento, ao conhecimento, à compreensão e à conexão com o universo. Está ligado ao sistema nervoso e ao cérebro. Depressão, confusão, tédio, apatia e deficiência de aprendizagem são alguns dos problemas relacionados a desequilíbrios neste chakra.

Problemas físicos de saúde, desequilíbrios emocionais e dificuldades mentais são sinais de chakras em desarmonia. Em nível energético* podem ser tratados pelo alinhamento dos chakras através de terapias que atuam em nosso campo energético, como o Reiki.

(*O Reiki e outras terapias que atuam no campo energético não substituem a atuação da medicina tradicional no corpo físico. Elas são um complemento ao tratamento médico, que ajudam o corpo e a mente a entrarem em harmonia pelo tratamento da energia).

reiki-1

A energia do universo (Rei) cria harmonia e equilíbrio, pois o universo é a interação harmoniosa de todos os elementos e forças que existem. A energia vital (Ki), também conhecida como prana, é a energia da vida. Essa combinação da energia do universo com a energia vital forma a energia do Reiki.

O reikiano é a pessoa que estudou o Reiki, recebeu a iniciação do Reiki por um mestre e passou pelo processo de 21 dias de purificação e autoaplicação do Reiki. Existem três níveis de Reiki, o Reiki I, o Reiki II e o Reiki III ou mestrado (só após fazer o mestrado o reikiano pode iniciar outros reikianos). Eu fiz o Reiki I: estudei a história e o primeiro símbolo do Reiki, recebi a iniciação e passei pelos 21 dias de purificação (21 dias sem consumir carne e bebidas alcoólicas, praticando os princípios do Reiki e fazendo a aplicação do Reiki em mim mesma) e agora estou habilitada a aplicar essa terapia (coisa que pretendo começar a fazer em breve).

O processo de aplicação do Reiki acontece da seguinte forma: o reikiano sintoniza-se com a energia universal através de uma oração, o pedido de abertura do seu canal de Reiki e a ativação do símbolo desenhando-o com gestos em suas mãos. A energia Reiki entra pelo chakra coronário do reikiano e vai para o chakra cardíaco, de onde se transfere para os chakras das mãos (que são chakras secundários).

O reikiano torna-se então um canal de Reiki, e pode começar a aplicá-lo em outra pessoa (ou em um animal, uma planta, um remédio, um cristal etc), aproximando suas mãos alguns centímetros acima dos chakras e transferindo a energia de cura, de harmonia e de amor àquele local por alguns minutos.

O objetivo do Reiki é a harmonia. A energia universal e a energia vital são energias inteligentes que se deslocam naturalmente para onde há desequilíbrio. Por isso não é necessário que a pessoa que recebe o Reiki tenha um problema específico ou saiba exatamente onde está seu desequilíbrio. O Reiki se encaminha para onde a harmonia for necessária.

Com o campo energético em harmonia, o fluxo natural e saudável das energias é favorecido, resultando em equilíbrio das emoções, cura física e psicológica, saúde, qualidade dos pensamentos, recuperação, imunidade, purificação, energização e desbloqueio.

Reiki

Minha experiência com o Reiki até agora tem sido muito positiva e surpreendente. Quando estava estudando o Reiki eu andava sofrendo com dores de cabeça quase diárias há alguns meses, tomava remédios quase todos os dias e muitas vezes as dores não passavam mesmo tomando dois ou três comprimidos no mesmo dia. Minha primeira autoaplicação foi num dia em que eu estava com muita dor e tinha resolvido que não ia mais tomar remédios. Quando fiz a aplicação do Reiki em mim, nada aconteceu. Continuei com a dor e fui dormir. No dia seguinte, acordei sem dor, mas não achei que era efeito do Reiki, e sim por eu ter dormido.

Continuei fazendo as autoaplicações diárias e depois de alguns dias percebi que desde que eu tinha começado a aplicar o Reiki não tinha mais sentido dores de cabeça. Passei 30 dias aplicando o Reiki diariamente e foram 30 dias sem dores de cabeça. Não lembrava mais o que era passar uma semana sem ter dor, então 30 dias foi algo bem impressionante.

Além desse resultado em mim mesma, eu apliquei o Reiki algumas vezes em outras pessoas e todas as vezes senti uma coisa muito boa durante as aplicações. Uma sensação de paz, de equilíbrio e de bem-estar tão grande que aplicar nos outros acabou se tornando uma terapia para mim também.

Fotos: 1 – 23

Curta o Desassossegada no Facebook para acompanhar todos os posts e novidades do blog!

Postado por Stephanie Gomes

03.10.16 • Em Reflexão

Você TEM QUE casar.
Você TEM QUE ter filhos.
Você TEM QUE arrumar um namorado.
Você TEM QUE ser ambicioso.
Você TEM QUE ser mais extrovertido.
Você TEM QUE adotar um animal.
Você TEM QUE parar de fazer tal coisa quando atinge determinada idade.
Você TEM QUE arrumar um emprego fixo.
Você TEM QUE socializar mais.
Você TEM QUE economizar dinheiro.
Você TEM QUE desenvolver a sua espiritualidade.
Você TEM QUE ter a roupa x no seu guarda-roupa.
Você TEM QUE parar de comer carne.
Você TEM QUE meditar.
Você TEM QUE desligar a televisão e ler um livro.

Não, não, não!

Você NÃO “tem que” nada!

Você tem total capacidade de saber o que é bom ou ruim para você e fazer suas escolhas baseadas nisso. Você tem total capacidade de diferenciar quando está fazendo algo positivo e algo negativo. Você conhece as opções. E você tem o direito de fazer suas escolhas sem ninguém (nem você mesmo) ficar te dizendo: você TEM QUE escolher isso, você TEM QUE fazer aquilo.

Você não "tem que" nada!

Sim, tem um monte de coisas boas nessa lista do início o post. Mesmo assim, você não tem que fazer nenhuma delas! Você não “tem que” NADA!

Mas quem nunca recebeu um conselho da mãe, do pai, do melhor amigo, do namorado ou até daquela pessoa que mal conhece a gente dizendo que a gente TEM QUE fazer tal coisa? Que já “tá na hora” de fazer não-sei-o-quê? Que a gente precisa ser de tal jeito?

Eu vivo escutando as pessoas dizerem pra mim: você tem que aprender a dirigir! E antes eu ficava com um sentimento de culpa por ainda não saber, mas hoje minha reação é responder (ou pensar): eu não tenho que nada! Sei que seria bom pra mim e quando eu quiser vou aprender, mas eu não tenho que nada!

E quando alguém me fala que meu cabelo tá grande demais e eu tenho que cortar? Bate aquela vontade de responder: “eu tenho aproximadamente 150 mil fios de cabelo e nenhum deles te perguntou nada”. Mas na maioria das vezes só balanço a cabeça mesmo e dou um sorrisinho, enquanto digo pra mim mesma que não tenho que nada e ponto final.

E não vou nem comentar o que sinto quando alguém descobre que eu namoro há 9 anos e diz: “nossa, tá na hora de vocês casarem, não tá não?”. Não, não tá.

Isso não quer dizer que eu fecho a cara e recuso toda e qualquer sugestão que as pessoas me fazem. Só acho que não é legal dar ordens na vida alheia e acredito que é importante eu ter consciência de que não devo fazer algo só porque alguém me disse que eu tenho que fazer. Mas é claro que posso refletir sobre o assunto, analisar e pensar se quero isso para mim. A questão não é se fechar para tudo o que as outras pessoas sugerem, mas entender que fazer escolhas envolve muito mais do que tomar uma decisão baseado apenas em uma regra ou imposição.

Você não "tem que" nada!

Ser livre é não “ter que” nada! E você já é livre, simplesmente porque não “tem que” nada!

Quer sentir essa liberdade? Faça uma lista das coisas que você acha que tem que fazer e então vai lendo item por item e dizendo pra si mesmo: eu não tenho que isso! Eu não tenho que nada! E sente o alívio que dá se livrar desses sentimentos de obrigação pelo menos por um momento, sente como é bom ser livre para escolher se você quer ou não fazer aquilo.

Se quiser usar os comentários desse post para fazer a sua lista, fique à vontade! Eu vou adorar ver vocês se libertarem. Inclusive, vou aproveitar o post para fazer a minha:

Não, eu não tenho que aprender a dirigir. Não, eu não tenho que cortar o meu cabelo. Eu não tenho que emagrecer. Eu não tenho que casar. Eu não tenho que perder a timidez. Eu não tenho que fazer uma plástica no nariz. Eu não tenho que usar mais maquiagem. Eu não tenho que parar de gastar meu dinheiro com tal coisa. Eu não tenho que ficar menos tempo na internet. Eu não tenho que saber o que quero fazer pro resto da minha vida.

Eu vou fazer essas coisas quando e se eu quiser.

Ah, uma última dica: pare de dizer que você fez algo porque TEVE que fazer. Assuma a responsabilidade. Assuma a sua liberdade.

É libertador!

Curta o Desassossegada no Facebook para acompanhar todos os posts e novidades do blog!

Postado por Stephanie Gomes

29.09.16 • Em Autoestima

Qual será o segredo das pessoas confiantes? Elas sabem algo que a maioria não sabe? Já nasceram assim?

Será que existe alguma maneira de eu também desenvolver essa confiança? A resposta é SIM! E no vídeo de hoje ensino como colocar isso em prática:

Curta o Desassossegada no Facebook para acompanhar todos os posts e novidades do blog!

Postado por Stephanie Gomes


O que é ser sensível?

Pessoas sensíveis geralmente apresentam algumas emoções e reações como:

  • se emocionar e chorar facilmente
  • perceber o que o outro está sentindo sem ele precisar dizer nada
  • sentir intensamente uma emoção diante de algo que outras pessoas não parecem dar tanta importância
  • absorver as energias alheias, sejam elas boas ou ruins
  • se sentir fortemente afetado por aquilo que vê, ouve ou assiste
  • se sentir profundamente afetado pelo humor das pessoas à sua volta
  • perceber facilmente coisas que pessoas mais distraídas não conseguem notar
  • sentir e ser afetado pela energia do ambiente em que está
  • ter reações sentimentais intensas em situações incômodas ou indesejadas (nem sempre demonstradas)
  • sentir desconfortos quase insuportáveis em certas situações

Você se considera uma pessoa muito sensível? Se identifica com alguns dos “sintomas” acima? Acha que a sensibilidade muitas vezes é um problema e gostaria de não ser assim? Então vamos falar sobre esse assunto.

Ser sensível ≠ ser fraco

Desde que li o livro O lado sombrio dos buscadores da luz eu aprendi a sempre procurar enxergar tudo de forma dual, ou seja, vendo tanto o lado bom como o lado ruim das coisas. E isso me lembrou que por muito tempo eu acreditei que ser uma pessoa muito sensível era totalmente ruim, e que o ideal era eu ser mais fria, menos “chorona”, mais “dura”. Muitas vezes ouvi dizer que pra gente “se dar bem na vida” tem que aprender a controlar a sensibilidade e procurar agir mais com a razão do que com a emoção.

Até tentei ser assim algumas vezes, mas isso não era eu, então não consegui sustentar por muito tempo. Comecei então a procurar o lado positivo de ser altamente sensível. E encontrei.

Eu detesto quando tenho vontade de falar algo que está entalado na minha garganta e as lágrimas saem mais rápido que a minha voz. Mas eu talvez não conseguiria dar voz a tudo o que escrevo e falo aqui no blog se não tivesse esse grau elevado de sensibilidade.

Sei que não é legal quando queremos fingir que estamos bem e o nosso corpo nos entrega, mas a sensibilidade que te causa isso é também o motivo de você ser capaz de ajudar um amigo a passar por um momento difícil.

Sei que muitas vezes é incômodo sentir uma saudade tão forte que chega a doer, mas você trocaria essa sua capacidade de amar e viver tão intensamente por um coração gelado que não se envolve com nada?

Para nós, é pelo menos vinte vezes mais difícil conviver com pessoas grosseiras, mal humoradas e negativas, mas nossa sensibilidade é o que nos permite perceber que não queremos ser assim, porque isso não é bom. Nosso lado sensível sofre, mas é a força da nossa sensibilidade nos impede de nos transformarmos em pessoas frias e egoístas, apesar de quase sempre sermos incentivados a isso.

Ser sensível ≠ ser fraco

Pare e pense: quantas coisas boas a sua sensibilidade já te levou a fazer? Como você pode continuar usando essa sua capacidade de sentir para fazer o bem, tanto para os outros como para si?

É bem provável que responder a essas perguntas não vá te impedir de viver os desprazeres da sensibilidade, mas você vai perceber que o lado positivo de ser sensível é muito maior do que podia imaginar. E que pode usar essa característica para coisas incríveis e muito positivas.

Use sua sensibilidade para defender aquilo que você acredita. Use-a para olhar para as suas emoções e compreendê-las. Desenvolva a habilidade de criar coisas boas com sentimento. Ajude quando sentir que deve ajudar. Preste atenção em seu coração quando ele falar mais alto que a razão. Olhe para os seus erros e aprenda com eles. Transforme aquilo que te incomoda em força para mudar.

Sensibilidade não é fraqueza. Ser sensível é ter nas mãos um superpoder!

Tenho certeza de que não teria escrito quase 300 textos com reflexões sobre autoconhecimento e desenvolvimento pessoal nos últimos três anos se eu não fosse a pessoa extremamente sensível que sou. E tenho certeza que muitas das coisas boas que você já fez também estão relacionadas à sua capacidade de sentir intensamente.

Ser sensível ≠ ser fraco

Se você também é uma pessoa sensível, nunca se esqueça:

1) Sensibilidade NÃO é fraqueza. Muito pelo contrário: é uma força. Toda essa intensidade que existe dentro de você é um terreno fértil para desenvolver coisas lindas como a criatividade, a empatia, a compaixão, a observação, a reflexão e a capacidade de gerar mudanças positivas.

2) Assim como qualquer outra característica que uma pessoa pode ter, a sensibilidade tem seus lados bons e ruins. Enxergue o lado positivo de ser sensível e use isso de alguma forma que seja boa para você. Não ignore o lado negativo, porém não o exalte tanto a ponto de se esquecer que você tem um superpoder nas mãos.

Curta o Desassossegada no Facebook para acompanhar todos os posts e novidades do blog!

Postado por Stephanie Gomes