20.12.16 • Em Terapias, Yoga

Semana passada eu terminei mais um módulo do curso de Naturopatia que estou fazendo no Sol Instituto: Mantras e Mudras. Nesse curso, nós temos alguns módulos em que trabalhamos a autocura e aprendemos técnicas para utilizarmos em nós mesmos para nos mantermos em equilíbrio físico, mental e emocional, porque isso é muito importante para quem atua como terapeuta holístico e trabalha com tratamentos energéticos. É o caso desse módulo sobre mantras.

Eu já conhecia alguns mantras, inclusive já fiz um post aqui no blog compartilhando a minha playlist de mantras, mas não sabia muito bem qual o significado e a história, nem exatamente como praticá-los seguindo a tradição.

Muita gente chama de mantra qualquer tipo de repetição de palavras ou frases (inclusive eu chamava assim), mas, na verdade, os mantras são os sons sagrados que têm origem nos Vedas, as escrituras sagradas do hinduísmo. São frases em sânscrito que são cantadas ou entoadas repetidamente, e que possuem significado e o objetivo de levar o praticante a um determinado estado mental, que pode ser de calma, alegria, cura, paz, purificação etc, através da vibração sonora. Existem também mantras para a paz universal, para agradecimento, para glorificar a Deus, pedir proteção, desbloquear os chakras e inúmeros outros significados e intenções.

O poder dos mantras

“A música hindu é uma arte subjetiva, espiritual, individualista, cujo fim não é o brilho sinfônico, mas a harmonia pessoal com a Alma Cósmica. Todos os cantos famosos da Índia foram compostos por devotos da Divindade.” – do livro Autobiografia de um Iogue (Paramahansa Yogananda)

Os mantras podem ser cantados, entoados ou apenas mentalizados. Seguindo a tradição, o mantra deve ser repetido 108 vezes (108 é considerado um número sagrado na Índia). Você pode simplesmente escolher um mantra e repeti-lo falando (não precisa necessariamente cantar) ou mentalizando (mentalizar mantras é também uma forma de meditação). O mantra pode ser uma única palavra (por exemplo: OM), uma pequena frase (Om Namah Shivaya, por exemplo) ou ter vários versos (como o Gayatri Mantra). O mantra é um tônico para a alma.


O uso do japamala

O japamala é um cordão com 108 contas usado para a prática dos mantras. Além de ser uma ferramenta para ajudar a contagem das repetições sem precisar ficar se preocupando em pensar em números, o toque das contas ativa o sentido do tato, o que resulta em mais presença do praticante durante a prática. A forma correta de segurar o japamala é apoiá-lo nos dedos médio, anelar e mínimo, sem tocar o indicador, e mover as contas com o polegar seguindo a contagem, até completar 108. Geralmente os japamalas têm a 109ª conta maior ou com textura diferente, para que você possa fazer as repetições com os olhos fechados e sinta pelo toque quando terminar a contagem.

Como segurar o japamala

Minha experiência com os mantras

Já tenho praticado a entoação de mantras na minha prática de Yoga há algum tempo, mas durante esse mês em que eu estudei o assunto mais a fundo no curso, tive a oportunidade de entender melhor e usar essa ferramenta com uma intenção específica. Algumas semanas atrás eu comecei a sentir alguns sintomas fortes de ansiedade (mãos dormentes, pernas bambas, vontade de chorar, perda de concentração, agonia constante etc) e resolvi experimentar a prática de mantras para ver o que acontecia. Escolhi, pela intuição, o mantra Om Namah Shivaya, e usei o japamala para, diariamente, entoá-lo 108 vezes antes da minha prática de meditação. E também, sempre que eu sentia os sintomas aparecendo no decorrer do dia, recorria à mentalização do mesmo mantra.

Tive uma melhora muito rápida depois que comecei com essa prática diária, e os sintomas foram diminuindo até desaparecerem totalmente em dois ou três dias. Até agora, não tive mais nenhum sintoma (isso já faz umas três semanas). Continuo praticando as 108 repetições todas as vezes em que vou fazer uma prática de yoga ou de meditação e sinto que tem sido muito benéfico para mim, inclusive em relação à prática de meditação. Entoar um mantra antes de meditar me faz começar a meditação já com a mente mais tranquila e focada.

Desbloqueio dos chakras com mantras

Uma das coisas que gostei muito de aprender no curso foi a possibilidade de desbloquear os chakras através dos mantras. Cada um dos nossos chakras (centros de energia que captam e distribuem a energia para determinadas partes físicas, mentais, emocionais e espirituais do nosso corpo – explico um pouco sobre chakras neste post) possui um som relacionado. Lam é o som do chakra básico (1º chakra). Vam, do chakra sacral (2º chakra). Ram, do plexo solar (3º chakra). Yam, do chakra cardíaco (4º chakra). Ham, do chakra laríngeo (5º chakra). Om, do chakra frontal (6º chakra). E o silêncio, ou novamente o Om, é o som do chakra coronário (7º chakra).

Se você tiver algum conhecimento sobre os chakras, ou fizer uma avaliação com um terapeuta para saber quais dos seus chakras estão bloqueados, pode utilizar a entoação ou mentalização do respectivo mantra para desbloqueá-lo.

Mantras dos chakras

Alguns dos mantras mais conhecidos e seus significados:

Om Namah Shivaya – “Eu inclino-me perante o meu divino Ser interior”
Om Mani Padme Hum – “Da lama nasce a flor de lótus”
Om Namo Narayanaya – “Prosterno-me e entrego-me a Narayanaya” (Narayanaya é um dos nomes de Deus)
Om Gam Ganapataye Namaha – “Saudações àquele que remove obstáculos” (Ganesha é o Deus hindu removedor de obstáculos)
So Ham – “Eu sou”

Para saber a pronúncia correta de cada mantra, minha professora recomendou que eu procurasse sempre pelos vídeos e áudios da Deva Premal, então deixo essa dica também para vocês.

Quis compartilhar isso com vocês porque é mais uma das ferramentas que podemos usar para o nosso bem-estar, para lidar com os nossos desequilíbrios e também para a manutenção do nosso bem-estar. É uma forma simples de cuidar de si, acessível a qualquer pessoa. Se achou interessante e gosta desse tipo de prática, experimente e veja como funciona para você!

“Sendo o próprio homem uma expressão do Verbo Criador (“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.”), o som exerce sobre ele efeito potente e imediato. A grande música religiosa do Oriente e do Ocidente confere alegria ao homem porque causa um temporário despertar vibratório de seus centros ocultos na espinha (os chakras). Nestes beatíficos momentos, reacende-se uma apagada memória de sua origem divina.” – do livro Autobiografia de um Iogue (Paramahansa Yogananda)

Minha playlist de mantras no Youtube

Fotos: 12



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Postado por Stephanie Gomes


Em meio às várias reflexões que estou fazendo nesse fim de ano, uma das coisas que percebi é que andei desconectada de algo que era muito importante para mim e que tempos atrás me ajudou a realizar vários sonhos e objetivos: a Lei da Atração.

Deixei de lado os pensamentos positivos, o foco e o exercício de vibrar na frequência dos meus objetivos e agora percebi que me distanciei um pouco de um grande sonho meu.

Como nunca é tarde para recomeçar, resolvi me conectar de novo com a consciência da Lei e acabei inventando um “truque” muito simples para me lembrar de procurar me manter em sintonia com o meu objetivo. Contei no vídeo:

Clique aqui para ver o arquivo com as frases que falei no vídeo



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Postado por Stephanie Gomes

12.12.16 • Em Autoconhecimento, Reflexão

Final de ano é aquela época em que a gente pega um papel e uma caneta e anota tudo o que quer fazer no ano seguinte, não é? Eu acho isso ótimo – inclusive minha lista de objetivos para 2017 está em produção – mas outro dia pensei: e as coisas incríveis que eu já fiz? E os objetivos que já realizei? Não merecem um destaque também? É sempre bom lembrar com alegria e gratidão das coisas boas que já fizemos, afinal, foram elas que nos trouxeram até aqui.

Eu gosto muito de fazer coisas que mudem a perspectiva comum de vez em quando, porque isso me ajuda a ampliar minha percepção sobre mim mesma e sobre a minha vida. Não é bom viver com a cabeça no passado e esquecer de viver o presente, mas, em alguns momentos, olhar para o que passou com gratidão é uma ótima forma de nos lembrarmos que somos incrivelmente capazes.

A admirável lista das coisas que você já fez

Então eu fiz o exercício de pensar nas coisas boas que já fiz e conquistei, e os efeitos foram ótimos: a autoestima (que andava meio abandonada) “acordou”, a motivação acendeu e o sentimento de gratidão naturalmente surgiu. Me lembrei do quanto sou capaz e também de quantas vezes eu já pensei que não poderia fazer algo e depois fiz.

Então resolvi compartilhar essa ideia com vocês. Vamos criar uma lista de coisas que já fizemos? Se você estiver desanimado ou com a autoestima um pouco caída, esse exercício vai te ajudar a lembrar que você é capaz de fazer muitas coisas, assim como um dia já fez.

Antes de começar, saiba que você não precisa ter dado a volta ao mundo ou descoberto a cura para uma doença. Não pense que uma coisa é pequena demais para estar nessa lista, se você fez algo bom, você fez algo incrível! Se você fez algo que um dia achou que nunca conseguiria, coloque na lista! E não compare seus feitos com os de outra pessoa (eu quase caí nessa armadilha)! Esse é um exercício de autoconhecimento não de “vida-alheia-conhecimento”.

Vasculhe suas lembranças e vá anotando todas as coisas boas que conseguir se lembrar que você fez. Não se preocupe se não conseguir pensar em muitas na primeira vez que tentar, essa é uma reflexão para ser feita continuamente (eu demorei semanas para fazer a minha lista, e ela continua em produção).

A admirável lista das coisas que você já fez

Aí vão algumas das coisas boas que eu já fiz:

  • Conquistei mais de 16.000 pessoas (é o número de pessoas que acompanham o blog pelo Facebook) com meus textos e as cativei a acompanharem o que eu escrevo.
  • Treinei meu corpo para fazer posturas de yoga que um dia eu achei que nunca conseguiria.
  • Realizei meu maior sonho de infância (que um dia pareceu tão distante de se realizar…).
  • Consegui tirar a carne da minha alimentação – tantas vezes pensei que isso era impossível para uma pessoa como eu, que não comia verduras e legumes e vivia à base de nuggets e macarrão com salsicha (eu comi brócolis pela primeira vez na vida com 24 anos!!!!).
  • Superei uma doença grave, rara e que exigiu muita força física e emocional para ser curada (tive Púrpura Trombocitopênica Trombótica em 2011).
  • Superei a Síndrome do Pânico, que um ano e meio atrás me impedia de conseguir sair de casa (ainda vou falar sobre isso em vídeo).
  • Peguei minha timidez por uma mão, minha coragem pela outra e comecei a gravar vídeos e publicá-los na internet.
  • Aprendi a aceitar – e a amar – características minhas que um dia eu odiei.
  • Aprendi a não me identificar com a energia negativa alheia e a não permitir que os outros afetem a minha paz interior com aquilo pertence a eles, não a mim (sou sensível e por muito tempo sofri demais absorvendo a negatividade alheia, pensando que nunca conseguiria me libertar dessa prisão).

Olho para essa lista e depois olho para um pouco antes de cada uma dessas realizações e vejo que um dia elas pareceram tão distantes, tão difíceis, tão impossíveis para “alguém como eu”. E hoje elas fazem parte da minha vida como lembranças e realizações reais. Como não ser grata? Como não acreditar que tudo é possível? Como não amar ser quem eu sou quando olho para tudo isso?

Você também já fez muitas coisas boas. Você também é um realizador. Você também tem motivos para se admirar e se orgulhar de ser quem você é. Você também é capaz de acessar as infinitas possibilidades da vida. Se não tem conseguido perceber isso, encontre uma forma de se lembrar, seja fazendo esse exercício ou qualquer outra coisa que te recorde disso.



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Postado por Stephanie Gomes

05.12.16 • Em Comportamento

Tenho visto muitos comentários sobre 2016 estar sendo um ano pesado, difícil e, em alguns momentos, trágico. E apesar de terem acontecido coisas muito boas na minha vida nos últimos meses, também estou sentindo essa vibração – tanto no individual como no coletivo – e percebendo que estamos passando por um processo de cura universal bastante doloroso – mas, sem dúvidas, necessário.

8 pensamentos e atitudes para cultivar em tempos difíceis

De vez em quando parece que um furacão resolveu passar pelas nossas vidas e jogar tudo pelos ares, né? Por mais que a gente tenha consciência de que essas fases são grandes oportunidades de aprendizado, às vezes é difícil manter a calma e a inteligência emocional para lidar com situações indesejadas.

Mas conforme o tempo passa e vivemos experiências diferentes, vamos aprendendo a lidar com os momentos difíceis de maneiras melhores, usando ferramentas que ajudam a simplificar e tornar as coisas menos difíceis.

Reuni nesse post alguns pensamentos e atitudes que tenho me lembrado de colocar em prática nesse fim de ano conturbado e que estão me ajudando a manter o equilíbrio:

Lembre-se dos seus valores

O que é verdadeiramente importante para você? Com quais atividades, atitudes, pensamentos, conhecimentos e princípios seus você pode contar para te ajudar a passar por esses momentos difíceis? Quais são suas prioridades? Lembre-se do que é importante, bom e verdadeiro na sua vida e volte-se para isso, principalmente quando se sentir perdido, sem saber para onde ir.

Recorra à respiração

Seu corpo possui um mecanismo para o reequilíbrio das emoções muito fácil de acessar: a sua respiração! Sempre que o nervosismo aparecer, respire! Inspire lentamente bem fundo e solte o ar devagar. Recentemente, o The New York Times publicou uma matéria com vários médicos falando sobre os efeitos da respiração consciente, e uma das especialistas entrevistadas afirma que a prática pode ter efeitos benéficos semelhantes ao uso de medicamentos antidepressivos.

8 pensamentos e atitudes para cultivar em tempos difíceis

Pense nos seus motivos para agradecer

Nós sempre temos algum bom motivo para agradecer, mesmo em meio a um grande problema ou dificuldade. Agradeça por estar vivo e ter a oportunidade de poder lidar com o que está passando. Agradeça por ter saúde suficiente para se levantar todos os dias e fazer suas atividades. Agradeça pelas pessoas que você tem ao seu lado. Agradeça por ter onde morar, por ter uma cama confortável para dormir, por poder se alimentar. Se acha que isso é pouco, tente imaginar não ter cada uma dessas coisas.

Tire o foco do problema

“Atenção é alimento.” – Osho

O que você quer alimentar? O problema ou a solução? Mude o foco da sua atenção e invista sua energia nas possibilidades, ao invés de dar tanta atenção às limitações. Quando perceber que está focado nas preocupações, no medo, nas previsões negativas do futuro, pergunte-se: quais são as possibilidades? Faça uma lista delas, deixe sua inspiração fluir e imaginar qualquer tipo de possibilidade. Alimentando a solução, você entrará em sintonia com aquilo que precisa para lidar ou solucionar o problema que estiver vivendo.

Confie

Muitas vezes – para não dizer sempre – um período turbulento é um sinal de que a vida está se movimentando para te proporcionar algo melhor e te colocar na direção daquilo que deve ser seu. De alguma forma, essa situação está te levando para algum lugar. Confie no processo, entregue a necessidade de controle e procure ter fé.

Crie seus “rituais” de bem estar

Uma coisa que tem me ajudado muito a lidar melhor com momentos difíceis é separar um tempo para mim todos os dias, e usar esse tempo para fazer coisas que me trazem bem estar. Eu comecei a tirar entre 30 minutos a 1 hora por dia para praticar yoga, entoar mantras, fazer autoaplicação de Reiki e meditar. Os benefícios estão sendo muito bons: ansiedade controlada, durmo melhor, fico menos suscetível aos gatilhos de stress do dia a dia… Recomendo muito criar um ritualzinho para você, com qualquer coisa que te traga bem estar, e comprometer-se a fazê-lo todos os dias.

8 pensamentos e atitudes para cultivar em tempos difíceis

Seja amigo de si mesmo

É bem provável que suas emoções e reações passem por altos e baixos, que você exagere, cometa erros… é natural que em tempos difíceis você fique confuso e não saiba muito bem como agir. E tudo bem. Seja paciente com você, do mesmo jeito que você seria com um amigo que está passando por uma fase complicada. Compreenda-se, perdoe-se, console-se e não se maltrate.

Evite fugir da verdade

Muitas vezes a reação natural a uma situação difícil é fazermos o possível para nos anestesiarmos, não sentirmos, não sofrermos. Mas nenhuma anestesia dura para sempre. A hora que você acordar, a verdade estará ali, esperando para ser encarada. Não estou dizendo que você tem que ser forte o tempo todo, mas que procure não mentir para si mesmo. A verdade é sempre a melhor opção.



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Postado por Stephanie Gomes

28.11.16 • Em Reflexão

Atire a primeira pedra quem não carrega dentro de si pelo menos um arrependimento sobre um erro do passado.

Há arrependimentos que nós lembramos de vez em quando e ficamos atormentados por eles durante algum tempo, e há também aqueles que nós carregamos junto conosco o tempo todo por muitos e muitos anos (em alguns casos, por toda a vida).

Algumas pessoas vivem realmente perturbadas por causa de seus passados e têm suas vidas seriamente prejudicadas por isso. Se culpam o tempo inteiro, não conseguem confiar em mais ninguém, têm medos e crenças extremamente limitantes, perdem completamente a autoestima, sofrem muito ou carregam algum outro sentimento de impotência que bloqueia o fluir de suas vidas.

Como perdoar a si mesmo pelos erros do passado

Eu também já fui muito atormentada pelo meu passado, mas hoje consigo lidar melhor com ele porque adquiri a seguinte compreensão: Eu não sou meu passado. O erro foi cometido pela pessoa que eu fui e não sou mais. Inclusive, foi graças a esse erro que eu tive oportunidade de aprender e mudar para melhor. O que importa é quem eu sou hoje e o que estou fazendo agora.

Quando o passado vem tentar encher meus pensamentos de culpa, medo e tristeza, eu sempre procuro me perguntar: o que eu estou fazendo hoje? Estou aproveitando essa segunda chance de ser alguém melhor? Assim consigo tirar o foco do passado e me preocupar com o que realmente importa: o que estou fazendo no presente.

Se você não foi justo com alguém no passado, mas decidiu ser justo agora, isso é o que importa. Se você disse palavras duras a alguém um dia, mas hoje tem coisas boas para dizer, isso é o que importa. Se você está sendo uma pessoa melhor hoje, isso é o que importa. Perdoe-se e se disponha a ser alguém melhor hoje. Isso é tudo o que importa.

O passado não vai ser apagado, é verdade. Mas ele não é o seu presente. Ele foi uma ponte para que você chegasse ao lugar onde está hoje. Se você se mantém apegado ao arrependimento do passado, pode estar perdendo a chance de ser a pessoa incrível que os seus erros te prepararam para ser hoje!

A única função positiva que você pode dar para o passado é usá-lo como referência. Já o presente é um campo de infinitas possibilidades. Dê para cada tempo a função que lhe cabe.

Como perdoar a si mesmo pelos erros do passado

Se ontem você não fez a coisa certa, perdoe-se e vá se preocupar com o que está fazendo HOJE. Se houver uma forma de consertar o erro, aproveite o momento presente para fazê-lo. Isso é crescer, é evoluir, é aprender. É para isso que estamos vivendo, não?

“Mas e se o meu erro prejudicou outra pessoa e eu também quiser o perdão dela?”

A partir do momento em que você conseguir se perdoar e obtiver a consciência de que o que importa é quem você é e o que faz hoje, será muito mais fácil encontrar confiança e força para conversar com a pessoa que você prejudicou e pedir o perdão dela. Preocupe-se primeiro em perdoar a si mesmo. O autoperdão vai tornar as coisas mais claras e você conseguirá encontrar as palavras certas e a melhor atitude para lidar com o outro com amor e sinceridade.



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Postado por Stephanie Gomes