24.03.17 • Em Lei da Atração, Vídeos

Pedir. Acreditar. Receber. São estes os três passos para trabalharmos com a Lei da Atração e realizarmos sonhos e desejos. É simples, mas muitas vezes, dentro desses três passos, nós criamos obstáculos e dificuldades desnecessárias que atrasam a realização.

Manter-se apegado ao “como isso vai acontecer” é uma das formas mais comuns de criarmos dificuldade para que a Lei da Atração nos responda. Se você tem tentado trabalhar com a Lei da Atração e seus objetivos parecem cada vez mais distantes, talvez esteja aí o problema. Assista ao vídeo para entender qual é o erro que está cometendo e como resolvê-lo:

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Postado por Stephanie Gomes

20.03.17 • Em Reflexão

“A liberdade é angustiante para os seres humanos. Temos a liberdade de escolher, e porque temos a liberdade de escolha, sofremos. Em vez de dizermos ‘que bom ser livre’, dizemos ‘que difícil ser livre, que difícil ter que fazer escolhas’…” (Monja Coen)

Outro dia perguntei na fanpage do blog sobre o que vocês gostariam que eu falasse, e fiquei surpresa com a quantidade de pessoas que me pediu para falar sobre INDECISÃO. Engraçado que eu tenho centenas de ideias de pautas anotadas, mas esse era um assunto que eu ainda não tinha pensado em falar. Que bom que perguntei!

Nosso maior problema não é lidar com a indecisão, mas lidar com a incerteza. Isso é um problema porque simplesmente não podemos ter certeza sobre nada, mas achamos que podemos. E fazemos nossas escolhas baseadas nisso. Escolhemos o que julgamos ser o mais garantido, mas nada nessa vida é garantido. E assim vamos perdendo aquilo que condiz com a nossa verdade, fazendo escolhas que não estão alinhadas com quem somos e com o que realmente queremos, e isso nos leva a um ciclo de autossabotagem do qual fica cada vez mais difícil sair.

É importante pesar prós e contras e ter pés no chão? Sim, é. Mas tão importante quanto isso é tomar decisões com o maior nível de consciência possível, tendo clareza sobre a nossa realidade interna e externa.

A realidade externa (obstáculos, condições, opções, dificuldades etc) nós geralmente conseguimos analisar bem. Mas a realidade interna raramente é levada em consideração na mesma intensidade (isso quando não a ignoramos totalmente).

É sobre abrir a consciência sobre a realidade interna que eu sugiro as reflexões abaixo para você fazer sempre que estiver diante de uma indecisão:

O que é que te motiva a escolher cada uma das opções que você tem?

Separe cada opção que você tem. Agora olhe para cada uma delas, uma por vez, e responda: o que é que me motiva a cogitar essa opção? É o medo? É o sonho? A alegria? A insegurança? A raiva? O amor? A preguiça? Se você escolher esta opção, qual poderá dizer que foi a emoção principal que te guiou? Seja muito sincero com você mesmo nas respostas.

Quando terminar essa reflexão para todas as opções, olhe de novo para cada uma e responda: é essa a emoção que eu quero que guie a minha vida?

De que forma você quer viver a sua vida?

Vamos usar a imaginação. Imagine que você está com 90 anos, e começou a escrever uma autobiografia. O que você quer que seja escrito nela? Qual é a história que você quer contar que viveu? O que você não quer chegar na velhice sem ter feito? Seja sincero, não existe resposta certa ou errada, melhor ou pior. Talvez você queira escrever um livro de aventuras, um romance ou a história de uma vida tranquila e simples, não importa. Apenas seja verdadeiro, você está fazendo isso por você.

Após essa reflexão, procure ligar as suas possibilidades de escolha com a autobiografia que gostaria de escrever. Como cada opção se molda àquilo que você quer viver?

Qual a pior coisa que pode acontecer se você tomar essa decisão?

Se o medo é o principal motivo da sua indecisão (geralmente é!), essa pergunta pode te ajudar muito. Talvez você queira escolher um caminho, mas esteja com muito medo do que vai acontecer. Você já se perguntou qual é realmente a pior coisa que pode acontecer? Essa decisão poderia causar algo terrível como, sei lá, a morte de alguém? Você poderia se machucar gravemente? Ou o pior que pode acontecer é você ter que lidar com uma decepção, um “não” ou um recomeço? Isso não é o fim do mundo, é?

Com essa pergunta respondida, talvez você perceba que seu medo é exagerado e que não está correndo um risco tão grande assim. E o medo reduzirá de tamanho. E as coisas ficarão mais simples.

É importante lembrar também que você sempre poderá escolher de novo. Uma decisão errada não vai arruinar a sua vida para sempre. Você sempre pode escolher se perdoar, voltar atrás e corrigir. Não é o fim do mundo.

Quem é que está decidindo?

Olhe para suas opções e responda: se eu escolher x, quem é que fez essa escolha? Se eu escolher y, quem terá escolhido? Realmente poderei dizer que EU escolhi?

Seja quem decide. Abrace a responsabilidade. Pegue a sua vida nas mãos. Ela é sua. Experiência própria: quando você deixa outra pessoa decidir algo para você de forma diferente do que você decidiria, apenas uma pessoa vai ficar feliz, e não é você. Dói muito mais tomar uma decisão errada porque se deixou influenciar por outra pessoa do que errar tendo tomado a responsabilidade pela sua decisão. No segundo caso, você erra, mas fica com a consciência limpa por ter tentado. No primeiro, você se sente um idiota completo. Repito: experiência própria.

Como você vai se sentir?

A princípio talvez você sinta um alívio por ter feito a escolha “mais segura”, mas e depois? Essa escolha continuará te fazendo feliz, continuará tendo sentido para você?

Faça um exercício de visualização: imagine que você escolheu a opção x. Como você se vê vivendo essa decisão? Como se sente? Bem, feliz, empolgado, em paz? Ou triste, reprimido, contrariado, desanimado? Faça o mesmo com as outras opções, e lembre-se: não existe resposta certa ou errada, melhor ou pior. Existe a sua verdade. Seja sincero e estas respostas vão te ajudar a ter mais clareza.

Qual é a necessidade interna que você quer suprir?

Tudo o que nós queremos conquistar externamente está relacionado a uma necessidade interna. Por exemplo: você quer um relacionamento, que é algo externo. Mas você quer um relacionamento não apenas para ter um relacionamento, mas porque quer suprir, por exemplo, a sua necessidade interna de afeto. Ou então você quer ter dinheiro para comprar algo. Você não quer esse “algo” só para tê-lo. Você o quer para suprir uma necessidade interna: segurança, autoestima, tranquilidade…

Vale a pena investir um tempinho para refletir sobre qual é a necessidade interna que você quer suprir com essa questão, porque é tudo sempre sobre necessidades internas. Leve isso em conta.

Você está no melhor estado para tomar uma decisão importante?

Evite ao máximo tomar decisões importantes sob pressão, stress, ansiedade, desespero. Ninguém consegue pensar com clareza nesses estados. Se possível, respire fundo, deixe a questão de lado e volte quando estiver mais equilibrado.



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Postado por Stephanie Gomes


Você vive observando a vida das outras pessoas e se sentindo mal porque a sua não é tão boa? Está sempre comparando suas habilidades e realizações com as habilidades e realizações dos outros e se sentindo inferior? Fica incomodado quando vê alguém “mais” inteligente, bonito e bem-sucedido que você?

Nesse vídeo você vai descobrir como fazer para transformar a mania destrutiva da comparação em algo muito positivo e benéfico para a sua vida, com uma mudança de olhar muito simples.



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Postado por Stephanie Gomes

14.03.17 • Em Experiências, Viagem

Muita gente tem preconceito em relação a cruzeiros, e eu era uma dessas pessoas. Nem passava pela minha cabeça fazer uma viagem de navio. Pensava que era chato e também já tinha ouvido alguns comentários bem negativos de pessoas que fizeram, então esse era um tipo de viagem que não estava na minha lista de viagens dos sonhos.

Porém, aconteceu um imprevisto no começo do ano e eu e meu namorado precisamos marcar nossas férias com urgência. Queríamos viajar, então começamos a pensar em alguns destinos e ele sugeriu o cruzeiro. Não pensei muito e falei: vamos! E foi aí que começou uma das melhores viagens que eu já fiz.

Foi muito, muito, MUITO incrível! Uma das melhores experiências que já vivi e que quero e vou com certeza repetir um dia! Foi tão legal, tão lindo, tão divertido, tão diferente do que eu imaginava, que voltei querendo convencer todo mundo a fazer um cruzeiro também (sou dessas que quando faz algo legal quer que todo mundo faça também hahaha)!

O cruzeiro que nós fizemos foi com a empresa Royal Caribbean, no navio Navigator of the Seas, com saída e retorno em Miami (EUA), com duração de 9 dias. O roteiro passou por quatro ilhas do Caribe: Labadee (Haiti), Curaçao, Aruba e Bonaire.

Resolvi listar algumas das coisas mais legais de fazer um cruzeiro para compartilhar com vocês. Tá preparado para colocar uma viagem de navio na sua lista-de-coisas-para-fazer-antes-de-morrer?

1) Quer sossego? Faça um cruzeiro!

Se você gosta de viajar para relaxar, descansar, diminuir o ritmo e ficar tranquilo, vai gostar muito de fazer um cruzeiro! As cabines são super confortáveis e silenciosas. Passar a tarde na piscina só tomando sol, lendo um livro, tomando sorvete, olhando o mar, caminhando ou relaxando na água quentinha da jacuzzi é uma delícia; você também pode contratar os serviços de spa para ter um dia especial, assistir a filmes no telão ao ar livre à noite, e nesse cruzeiro que fiz teve até oficina de mandalas! Você pode aproveitar a viagem no ritmo e com as atividades que quiser.

2) Quer agito? Faça um cruzeiro!

Se você adora agito, música, animação, brincadeiras, dança e muita diversão, o cruzeiro também é pra você! Todos os dias você vai receber um folheto com as atividades do dia: tem festas, shows, baladas, brincadeiras na piscina e no teatro, transmissão de jogos de futebol (estava tendo Superbowl quando estávamos no navio, e como meu namorado é muito fã nós fomos assistir, foi muito legal!), aulas de dança na piscina, competições e também um monte de opções de passeios radicais nas paradas do navio.

3) Conhecer lugares novos

É claro que não dá para explorar o lugar como seria se você fosse passar vários dias lá (você fica apenas um dia em cada lugar, geralmente das 9h às 19h), mas dá para conhecer alguma parte muito incrível do destino – e aqueles que mais gostar, vão acabar entrando na sua lista de viagens dos sonhos (como Aruba entrou na minha)! Se você sair cedo, dá para fazer um passeio (tem várias opções: ir à praia, nadar com golfinhos, fazer safári, andar de jetski, visitar a parte histórica da cidade) e depois dar uma volta pela cidade para conhecer. Uma coisa te garanto: você vai conhecer lugares, ver paisagens, tirar fotos e viver experiências maravilhosas!

Curaçao

Curaçao

Labadee (Haiti)

Labadee (Haiti)

Aruba

Aruba

Bonaire

Bonaire

4) Conhecer pessoas do mundo inteiro

Como saímos dos Estados Unidos, tinha muitos americanos e canadenses no nosso navio, mas também tinha pessoas de muitos outros lugares do mundo: Brasil, Argentina, Chile, Itália, França, Portugal, Índia, Rússia, Jamaica, Grécia e muitos outros países. Eu acho que uma das melhores coisas de viajar é conhecer pessoas de outros países, ouvir seus idiomas, observar seus costumes e comportamentos… Dessa vez, confesso que o que mais me impressionou foi a simpatia e a gentileza dos indianos, todos com quem falei estavam sempre sorrindo e dispostos a ajudar. Conversei também com uma americana que já estava no 65° cruzeiro e tinha um monte de histórias para contar e uma italiana que disse que adora o Brasil (e que falava português super bem!).

5) Viver novas experiências

Um dos pontos altos da viagem sem dúvida foi fazer uma coisa muito legal que eu nunca tinha feito: andar de Jet Ski! Outra coisa que nunca tinha feito era assistir a um espetáculo de patinação no gelo. Gostei tanto que assisti duas vezes a mesma apresentação, é muito lindo! Também “surfei” em um simulador de surf, joguei em uma daquelas máquinas clássicas de Casino, vi cactos gigantes em Aruba e muitas outras experiências novas.

6) Os shows

Minha parte favorita do navio, sem dúvida. Eu sou apaixonada por dança, é a arte que eu mais amo. Os shows do navio são nível Broadway, lindos demais! Quase toda noite assistíamos a um show diferente. Tiveram alguns stand up comedies bem legais e engraçados também.

7) O mar

Que coisa mais linda olhar pra fora e ver aquela imensidão… De manhã, com o sol iluminando a água, e de noite a luz da lua… E quando chegávamos nos destinos era lindo ver a cidade de cima do navio também. Todo mundo pergunta: o navio balança muito? Em alguns momentos, sim. Mas nada que incomode ou tenha me feito passar mal. Na maior parte do tempo, eu não sentia nada.

8) O navio

O navio que fomos (Navigator of the Seas) não era dos maiores, e ele já era IMENSO! As decorações são lindas e muito sofisticadas, e o navio tem várias áreas diferentes para explorar: a rua principal (onde tem lojas, lanchonetes, bar…), os restaurantes, a área da piscina, o teatro, o casino… Como eu sou um pouco empolgada demais (hahaha) achava lindo até os corredores onde ficam as cabines! Quem nunca viajou de navio com certeza vai ficar impressionado.


9) Não é caro!

Se colocar na ponta do lápis, fazer um cruzeiro sai mais barato do que fazer uma viagem normal, porque no valor total está inclusa a hospedagem, a alimentação, bebidas, entretenimento… Se você não quiser, não precisa gastar mais nada lá dentro! É claro que você pode acabar gastando com os passeios, pacotes de bebidas mais completos, compras, casino… mas aí vai de você escolher o que cabe no seu orçamento. Dá pra economizar ficando em uma cabine interna, escolhendo bem os passeios e aproveitando muito o que o navio oferece e já está incluso no preço do cruzeiro. Para nós saiu um pouco mais caro o total da viagem porque tivemos que pagar as passagens para ir até Miami, mas saindo do Brasil, o gasto de deslocamento até o porto será pequeno.

10) A comida

Pra quem amar comer bem (quem não gosta?), vai aproveitar muito! São muitas opções de entradas, saladas, pratos principais, sopas, sobremesas, frutas, sorvete… Não sei se todas as empresas fazem assim, mas a Royal Caribbean tem uma mesa só de alimentos sem glúten, outra para vegetarianos, intolerantes a lactose… tem opções para todos! O restaurante fica aberto quase o dia todo e tem café da manhã, almoço, café da tarde e jantar. De madrugada, se quiser comer ou beber algo, você pode ir ao café que fica na rua principal do navio e fazer um lanchinho.

11) Você vai rir MUITO!

Todos os dias, em todas as áreas do navio tem algum tipo de entretenimento: aulas de dança na piscina, concurso de barrigada na água e melhor pulo na piscina, jogos de casais do tipo “quem conhece melhor o outro”, quizzes, competição do tipo “complete a música” e um monte de outras brincadeiras malucas. Você pode participar ou só assistir, de qualquer forma você vai rir e se divertir muito!

E aí? Te convenci?

Quer tirar alguma dúvida sobre cruzeiros? Manda nos comentários!



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Postado por Stephanie Gomes

09.03.17 • Em Autoconhecimento, Vídeos

Vira e mexe alguém me pergunta aqui no blog: Stephanie, como você sabe tudo isso?

Bom, tudo o que eu escrevo aqui são aprendizados que tirei de experiências da minha vida, mas também tenho minhas ferramentas para adquirir conhecimento, já que tenho muito interesse por autoconhecimento e assuntos relacionados e quero cada vez mais me aprofundar e aprender coisas novas.

Pensando nisso, resolvi gravar um vídeo contando quais são as principais ferramentas e atitudes que fazem parte do meu processo de autoconhecimento. Quer saber quais são? Assiste lá:



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Postado por Stephanie Gomes