Carolina Portaluppi, filha do técnico Renato Gaúcho, compartilhou nesta quinta-feira (6) novos registros de sua passagem pelo litoral norte de São Paulo. A influenciadora publicou uma sequência de fotos feitas durante os momentos de descanso na Praia do Itamambuca.
Nas imagens, ela aparece de biquíni, aproveitando o dia ensolarado e o contato com a natureza. A viagem também rendeu cliques em meio à paisagem da região, onde ela aproveitou para relaxar e curtir a temporada.
“Te desejo uma vida perto do mar”, escreveu na legenda da publicação. Os registros foram compartilhados com os seguidores no Instagram, plataforma em que a influenciadora reúne cerca de dois milhões de seguidores.
Os internautas reagiram nos comentários. “A praiana mais gata dessa rede”, brincou uma. “Sempre linda”, complementou uma segunda. “Arrasou demais”, declarou uma terceira. “O bronze em dia, maravilhosa”, encerrou ainda uma quarta.
Desabafo sobre assédio
Em julho, Carolina Portaluppi usou as redes sociais para falar sobre situações de assédio que, segundo ela, envolveram homens estrangeiros. “Estava vendo um vídeo de uma mulher falando sobre uma coisa que eu penso muito e queria falar com vocês. Os gringos andam aqui [no Brasil] encarando as mulheres como se fossem um pedaço de carne”, disse.
“Eles acham que estão acima, fazem piadinha. Quando tinha 17 anos, fiz minha primeira viagem internacional sozinha para Miami, e o guarda da imigração perguntou na minha cara se eu era garota de programa. Isso tudo por quê? Porque a mulher brasileira tem um corpão. É horrível”, afirmou.
A influenciadora relatou experiências pessoais e afirmou que atitudes desse tipo contribuem para a manutenção de uma visão estereotipada sobre as mulheres brasileiras. “Quando estou viajando, tenho vergonha de falar que sou brasileira, porque a imagem que eles têm na cabeça é a de que tudo é ‘oba, oba’.”, pontuou.
“Claro que eu não quero generalizar e falar que são todos, óbvio que não, mas é porque eles vêm para o Brasil e saem caçando, achando que podem fazer qualquer coisa. Eles vêm no ‘oba, oba’, tipo: ‘vamos fazer qualquer coisa, com qualquer mulher’. Isso é muito louco, mas, claro, tem exceções”, concluiu.
