Você consegue sentir a diferença entre uma barra de chocolate de R$ 8 e outra de R$ 89? Desde maio, a legislação exige um teor mínimo de 35% de cacau para que um produto seja classificado como “chocolate”. Boa parte dos chocolates industrializados, portanto, não pode mais usar essa denominação.
Do outro lado, os melhores chocolates brasileiros utilizam ingredientes naturais, de origem rastreável. A cadeia produtiva dessas marcas incentiva o comércio justo e a sustentabilidade. Conheça nove marcas que justificam o investimento.
Baianí, R$ 30,50 (58g)
Com quatro gerações de produtores de cacau do sul da Bahia, a Baianí adota a filosofia Tree to Bar. A marca controla todo o processo, da fazenda ao chocolate. O Chocolate Intenso 70% ganhou quatro prêmios internacionais, como o Academy of Chocolate e o International Chocolate Awards.
Cau Chocolates, R$ 89 (100g)
Há 20 anos no mercado, a Cau conquistou clientes com suas barras recheadas. As mais vendidas são as de pão de mel, marzipan e pistache.
Mission, R$ 36 (60g)
A chocolatier Arcelia Gallardo criou a Mission após aprender com mulheres de comunidades tradicionais, como as zapotecas de Oaxaca e as maias da Guatemala. Cofundadora da Associação Bean to Bar Brasil, seus best-sellers incluem barras com pão de mel, cupuaçu, laranja e doce de leite.
Chocolat Du Jour, R$ 44,50 (80g)
Com fazenda própria em Ibirapitanga, no sul da Bahia, a marca controla toda a produção, que é 100% artesanal. Os carros-chefe são as trufas e as barras da linha Pratigi, com certificado Rainforest Alliance.
Mágio, R$ 38,90 (80g)
Eleita a startup mais inovadora do mundo no Fórum Mundial de Bioeconomia de 2021, a Mágio se apresenta como a principal biotech de cacau nativo da Amazônia. A empresa vê o chocolate como um elo entre consumidores, comunidades e conservação da floresta.
Dengo, R$ 44,90 (80g)
A Dengo compra 490 toneladas de amêndoas de cacau por ano de mais de 200 pequenos produtores. A marca supervisiona todo o processo e usa ingredientes brasileiros como castanha-do-Pará, mangaba, cajá e jabuticaba.
Mestiço, R$ 30 (60g)
Comandada pela terceira geração de produtores de cacau do sul da Bahia, a Mestiço cultiva, colhe e fermenta o cacau em sua própria fazenda. Na última premiação da Academy of Chocolate, levou ouro nas barras Flor de Sal Intenso 75% e Ao Leite Intenso 59%.
Petite Fleur, R$ 52 (105g)
Conhecida por seus doces finos, a Petite Fleur tem barras com recheios como flocos de pipoca e crocante de Nutella. A marca acaba de abrir uma cafeteria no Itaim Bibi, em São Paulo.
Nugali, R$ 28,99 a 33,99 (85g)
A Nugali criou um dos primeiros chocolates brasileiros premiados internacionalmente, o Serra do Conduru 80%. A empresa também foi pioneira ao desenvolver a primeira embalagem de chocolate biodegradável do Brasil.
