A ex-BBB Ivy Moraes, de 34 anos, revelou ter recebido o diagnóstico de DTM, a disfunção temporomandibular. Na última quinta-feira (28), ela comentou sobre os sinais que sentia antes da descoberta e ressaltou a importância de prestar atenção aos alertas do corpo.
“Estou com DTM. Não sou da área, não entendo direito, só sei sentir a dor e como eu sinto. Tive isso há cinco anos, fiz fisioterapia, apliquei botox, tomei remédio anti-inflamatório e fiquei ótima, mas agora voltei com o problema”, disse.
“Da outra vez que eu tive, não conseguia abrir a boca, travou mesmo. O correto pelo que eu sei é conseguir abrir a boca do tamanho de até três dedos e eu estou conseguindo, com muita dificuldade e muita dor. Agora, para mastigar, é uma dor que vai no ouvido, na cabeça, na nuca. Isso também é da DTM”, acrescentou.
A ex-participante do Big Brother Brasil 2020 associou o quadro a outras condições que enfrenta. Ivy afirmou que ainda lida com bruxismo, o ato de ranger os dentes, e com o apertamento. Os dois casos contribuem para o agravamento da disfunção.
“Meu bruxismo é atacadíssimo, fora o estresse nível hard que estou vivendo nesses últimos dias. A boa notícia é que tem tratamento, não vou esperar acontecer igual da última vez, em que não estava nem conseguindo abrir a boca”, detalhou.
Moraes informou que iniciará o tratamento nesta sexta-feira (29), com acompanhamento de um fisioterapeuta. “É uma articulação responsável pelo movimento da fala, de engolir, de bocejar e de mastigar. Então, pensa, é o tempo todo usando. Imagina ficar com dor? E não é uma dorzinha, não. Amanhã, vou começar a fisioterapia”, relatou.
“Parece bobo, mas é grave, pode ser necessário até cirurgia e não é o que a gente quer. Quanto antes procurarmos solucionar o problema, melhor”, aconselhou. “Nosso corpo sempre dá sinais, é importante estarmos atentos”, encerrou.
A DTM é um distúrbio que afeta a região da mandíbula e estruturas ligadas aos movimentos de mastigação. Entre os sintomas mais comuns estão dores na face, sensação de travamento ao abrir a boca e pequenos ruídos na articulação durante a alimentação ou a fala.
Recursos como placas dentárias, sessões de fisioterapia e mudanças na rotina para reduzir o estresse costumam fazer parte das recomendações médicas. Em alguns pacientes, o acompanhamento emocional pode contribuir para o controle dos sintomas, principalmente quando há fatores de ansiedade envolvidos. Casos relacionados a alterações ósseas ou problemas de mordida podem demandar correção cirúrgica dos maxilares.
