domingo, março 15

Lucas Paquetá fraturou o quarto metacarpo da mão direita na vitória do Flamengo sobre o Cruzeiro por 2 a 0, na última quarta-feira. A lesão não é considerada grave e o meia pode treinar e jogar normalmente, usando uma imobilização.

O departamento médico do clube preparou dois tipos de proteção para o camisa 20. Uma delas é mais reforçada, para uso em casa e no dia a dia. Na noite de ontem, o jogador mostrou uma foto com o equipamento no Instagram, afirmando que estava tudo tranquilo.

A outra proteção foi desenvolvida para os jogos. Ela é menor e mais flexível, para não oferecer perigo ao próprio Paquetá nem aos adversários em campo.

A função da imobilização é restringir os movimentos da mão e do punho. Segundo apuração, o meia pode precisar usá-la por até quatro semanas, que é o tempo médio para a cicatrização completa.

Apesar de ser uma fratura, o problema não preocupou a equipe médica do Flamengo, que optou por não afastá-lo dos próximos compromissos. Em meados do ano passado, Varela passou por situação semelhante e atuou por uma partida da Libertadores sem limitações aparentes.

Pedro foi outro jogador do elenco que precisou de uma imobilização, após fraturar o antebraço direito em outubro de 2025. No entanto, a proteção dele era diferente, cobrindo até o cotovelo. O atacante não chegou a usá-la em jogos oficiais porque uma lesão muscular na coxa esquerda atrasou sua volta.

O caso de Paquetá apresenta menos risco e o meia deve conseguir seguir em atividade. Ele está à disposição do técnico Leonardo Jardim para o clássico contra o Botafogo, neste sábado, às 20h30, no estádio Nilton Santos, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

Em outro assunto relacionado ao elenco, o volante Saúl deu mais um passo em sua recuperação. O jogador, que passou por cirurgia, já iniciou atividades no campo e segue no processo de reabilitação. A previsão é que ele volte a ficar à disposição do técnico nas próximas semanas, aumentando as opções de Jardim no meio-campo.