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Nomes com Z viram tendência entre filhos de celebridades

Instagram/ Reprodução

Depois da febre de nomes como Valentina, que por anos apareceu entre os favoritos dos brasileiros, internautas agora apontam uma nova tendência entre os filhos dos famosos. A aposta da vez são nomes curtos, sonoros e, de preferência, começados com a letra Z.

O caso mais recente é o de Franciny Ehlke, que anunciou que a filha que espera com Tony Maleh vai se chamar Zara. Ao falar sobre a escolha, a influenciadora explicou que o nome conversa com as raízes árabes da família do marido e carrega significados ligados a brilho e florescimento.

Antes dela, quem já havia encantado os seguidores com uma escolha pouco comum foi Ludmilla e Brunna Gonçalves. A primeira filha do casal recebeu o nome de Zuri, palavra de origem suaíli que significa “bonita”. Desde o anúncio, o nome virou assunto nas redes e apareceu em diversas listas de tendências para bebês.

Outro integrante do “clube do Z” é Zyan, filho caçula de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso. A apresentadora já contou que o casal procurava um nome que tivesse conexão com a história da família e acabou se apaixonando por uma variação de Zayn, nome de origem árabe. A grafia foi adaptada até chegar a Zyan, que se tornou um dos nomes mais comentados entre os filhos de celebridades nos últimos anos.

Tem também a pequena Zoe, filha de Sabrina Sato e Duda Nagle. O nome, que significa “vida” em grego, foi escolhido ainda durante a gravidez e chamou atenção pela delicadeza e pela sonoridade internacional, algo que parece se repetir em muitas escolhas recentes dos famosos.

Rafa Kalimann e Nattan seguiram um caminho mais afetivo. A primeira filha do casal se chama Zuza, apelido pelo qual era conhecida a avó do cantor, Josefina. Quando revelou o nome, Nattan explicou que a homenagem era uma forma de manter viva a memória de alguém muito importante para sua família.

Nas redes, os internautas se dividem entre os que adoram os nomes diferentes e os que torcem o nariz para a tendência. “Eles vão ser sempre os últimos da chamada”, comentou uma pessoa. “A verdadeira geração Z”, brincou outra.